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28 Comments

  1. Cerveja de guarda é algo que realmente vale a pena! Como a DUM diz – “Aqueles que tiverem paciência serão recompensados”.

    Recentemente tomei com amigos o último envase da Brooklyn Monster Ale (2012). Como ele é feita para o inverno no hemisfério norte, temos 2 anos de envase. E como valeu a pena a guarda! Quando “fresca” ela apresenta um corpo mais profundo e lupulagem bem evidente. Com a guarda ela ganhou um equilíbrio fantástico! O corpo teve uma suavizada e os sabores e aromas evoluíram muito bem.

    Outra experiência que tive foi com uma Barley Wine que fizemos. Tomada a última garrafa que já tinha 1 ano e meio aproximadamente. No início ela apresentava corpo profundo chegando a ser um pouco enjoativa. Com a guarda o dulçor enjoativo diminuiu bastante e o caramelo do malte fico muito bom, com notas claras de castanhas, toffee e bala de caramelo muito agradável.

    Na fila agora temo uma Fuller’s Vintage Ale 2010 só esperando o memento certo pra toma-la!

    1. “Aqueles que tiverem paciência serão recompensados” – DUM – essa citação é ótima. tenho umas Brooklyn Monster Ale também guardadas. Barley Wine realmente são boas para isso. Outra que estou esperando já algum tempo para abrir é uma Dieu du Ciel Solstice d’Hiver que ganhei de um amigo aqui do site.

          1. Thiago, vou me arriscar e responder essa. A cerveja precisa ficar fora da geladeira enquanto está em guarda, para que seu sabor continue evoluindo. Preferencialmente em uma adega igual à de vinho, mas se não tiver, em um local escuro e seco, com temperatura ambiente, já está bom. Aí você coloca ela pra gelar na hora de beber.

            Estou certo Daniel?

          2. Amigos tenho muito receio e preconceito com as cervejas de guarda, é difícil acreditar que a estabilidade físico química e biológica resista tanto tempo.
            Os resíduos certamente são complexos tano proteicos provenientes do malte utilizado que não resistiram a tanto tempo em estado de colóide. Eu não beberia.
            Abraço.

          3. Cara, eu acho que vale experiência.Exige paciência, eu guardei a minha. Pretendo por pelo menos 6 meses… rss

          4. Com certeza a possibilidade de fermentação láctica ou acética é muito grande, como disse anteriormente, não há estabilidade biológica que resista tanto tempo. A contaminação por microorganismos esporulados também é muito comum numa cerveja de guarda. A maneira mais eficiente de se comprovar isso é por meio de uma análise microbiológica, porém o Leonardo deu uma sugestão muito boa no início deste fórum, que voce poderá de forma prática comprovar isso. Basta fazer análise sensorial completa ( degustação técnica ), comparando a mesma marca e tipo de cerveja fresca e de guarda. Abraço.

          5. Giancarlo, mas a idéia é a de que esses sabores como os da fermentação acética e láctica venham na cerveja. Por isso a guarda. Rótulos como o Boon Mariage Parfait onde a própria cervejaria recomenda a guarda por mais de 20 anos, numa cerveja que já é feita por Brettanomices e outras leveduras espontâneas. A questão das suspensão, se pode decantar como nos vinhos, o que também não vemos como problemas e sim agrega no ritual do serviço. As cervejas comerciais, sim essas temem tudo isso, o que não é o caso aqui. As degustações verticais de cervejas datadas é uma prática comum, como o Leonardo comentou, e as que sempre ganham são as mais antigas e “defeituosas” pelo tempo. Parece estranho mas aqui procuramos por sabores, não pela a ausência deles como nas cervejas comuns. Posso citar ainda vários os exemplos de micro-cervejarias que induzem essa instabilidade biológica através de fermentação aberta ou por barril. Fique a vontade por participar e obrigado por compartilhar seu conhecimento com a gente, abraços!

          6. Olá Daniel

            Você tem razão,no mundo das especiais vale tudo.
            Os sabores e aromas esperados de uma Vintage ou Guarda devem ser oriundos dos processos diferenciados de fermentação ( espontânea ) e maturação ( longa e em recipiente especial ) associados ao envelhecimento, e não de bactérias. Por isso os altos teores de álcool e amargor nas cervejas de guarda. A degustação vertical é uma ferramenta importante para determinar quanto tempo a cerveja pode ter de guarda, porque depois de um certo tempo acaba perdendo os sabores e aromas esperados.
            O meu preconceito ( isso é pessoal ) está baseado na falta de conhecimento sobre o assunto. As Vintage são pouco difundidas, existe pouquíssimo conhecimento e muito encantamento e glamour em relação ao serviço e ao preço. Além do aspecto legal, não me agrada consumir um produto alimentício sem data de validade, e de pouco conhecimento sobe o mesmo.

            Eu acredito que através do conhecimento e informação muitos consumidores comuns se tornarão consumidores de cervejas especiais com qualidade de degustação. Por isso assisto seus vídeos. Parabéns pelo seu trabalho.

            Quanto ao meu preconceito, quem sabe você me convence do contrário pessoalmente, moro em Ponta Grossa e vou com certa freqüência a Curitiba, mas nunca fui a loja de Curitiba por que tenho uma em PG mesmo. Caso venha até PG me avise para degustarmos uma e nos conhecermos.

            Prosit
            e $UCE$$O !!!

          7. Valeu Mikhael, isso ai, só tomar cuidado com as adegas de vinhos essas portáteis que elas não tem lugares pra deixar a garrafa de pé. E cuidado também com “temperatura ambiente”, pois hoje mesmo aqui em Curita temperatura ambiente tá próximo do forno.. rss… abraço!

          8. hahaha, bem lembrado. Quando me referi a temperatura ambiente, é o padrão de temperatura ambiente, 15-20 graus! hahaha Daqui a pouco tem carioca reclamando que a cerveja azedou pq ficou a 42 graus!

  2. No momento, tenho a cerveja também da cervejaria Fuller’s, uma Vintage Ale. Será a primeira vez que irei degustar tal cerveja, espero que seja uma ótima experiência. o exemplar que tenho, é da safra de 2012. Após este episódio, fiquei com vontade de degusta-la, acho que já está na hora.

    Cheers! 🙂

    1. Thaigo, já provei alguams Vintage Ale da Fuller’s e são muito boas. Daquele jeitão de cerveja ingelsa, sempre elegantes e muito bem equilibradas. Vou ver se encontro algumas para provar aqui. E quando provar a sua, nos passe como foi! abraço amigo

  3. Estou com uma Brewers Reserve n.4 em casa. Pensei em abrir esse fim de semana, mas acho que vou esperar um pouco então. Essa n.4 é maturada em barris de Armagnac. Parece muito intereressante! Produzida em 2012.
    Abraço!

  4. Guardei por algum tempo uma Coopers Vintage Ale. Ela era safra 2010, eu comprei no final de 2012 e tomei ela no início de 2013, cerca de seis meses em guarda, mas como já era uma cerveja com um tempo de guarda no estoque da loja e no estoque da Coopers, estava bem maturada. Lembro que ela tinha muitos resíduos no fundo quando tomei. Tempos depois, um amigo fez a loucura de abrir uma Vintage Ale em um bar, com menos de 1 ano de envelhecimento. O sabor não era tão presente e os resíduos também não, essa era safra 2012.

    1. Se ela está bem estocada, como você comentou ali com o Thiago, o tempo de guarda sempre é bem vindo! Ruim é pegar umas cervejas novas já deterioradas por má estocarem e transporte. isso rola muito mesmo.

  5. Vai uma sugestão Daniel! Fazer uma degustação comparando dois exemplares da mesma cerveja, uma guardada e uma “fresca”. Não sei se você tem algum exemplar guardado, mas uma ótima cerveja para isso: Anchor Old Foghorn!

  6. Opa, parece ser uma bela cerveja, Daniel!
    Estou atualmente guardando 3 cervejas:

    – 2 Brooklyn Monster, para tomar em 1 ano e 2 anos;
    – Gouden Carolus Cuvée Van De Keizer Blauw ano 2012, para tomar daqui uns 2 anos;

    – Orval (que não sabia, mas dizem que fica boa para guarda) para tomar em 1 ano.

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