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9 Comments

  1. Irretocáveis os apontamentos! Apenas para acrescentar, talvez com o maior amadurecimento de parte do público, haja uma volta às origens. Afastado o frisson das receitas exóticas e extremas, muitos vão querer reencontrar boas cervejas pilsen, weiss e wit, por exemplo. Será necessário que as cervejarias ofereçam o “simples” com qualidade.

    1. Verdade, Adriano! Inclusive vemos que isto está acontecendo nos EUA, depois das ondas de cervejas extremas, sours, resgates de estilos históricos e ingredientes exóticos. Hoje o que está bombando lá são as versões Session de estilos tradicionais. Quem sabe o mesmo aconteça em breve por aqui. Valeu, abs!

  2. Considero o fator união primordial para o fortalecimento das cervejarias. Uma vez ao mês ou a cada dois meses deveria acontecer alguma reunião das cervejarias locais. Posteriormente, após discussões e análises, haveria uma reunião nacional. Nem precisaria ser em um único lugar físico (uma no ano é suficiente), poderia ocorrer via videoconferência. Ok, ok, isso seria em um mundo perfeito, mas se não tentar nada acontecerá.

    1. Sem dúvida encontros regulares entre as cervejarias seriam muito benéficos Luciano, inclusive neste último Festival da Cerveja em Blumenau rolou uma assembleia da Abracerva. Por que você acha que não deveria ter a presença da Abracerva? Não acha que traria ainda mais desunião? Abs!

      1. Pedro, foi com base em tudo o que andei lendo que fiz este comentário. Percebi que a Abracerva não tem o mesmo empenho na defesa dos interesses das cervejarias artesanais como faz com as grandes cervejarias (corrige-me se estiver enganado).

        1. Entendi Luciano! Na minha opinião ainda é cedo para avaliar uma tendência nas atividades da Abracerva. Teremos que acompanhar os próximos capítulos, visto que ainda estão se estruturando. Valeu!

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